Ímã de Geladeira – Notícias – Petrobras muda estratégia e vai divulgar preço do combustível na refinaria diariamente

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Petrobras muda estratégia e vai divulgar preço do combustível na refinaria diariamente

 

Atualmente estatal divulga apenas a variação percentual do valor cobrado e não o preço; presidente da estatal refuta ideia de que Petrobras é responsável pela alta no preço da gasolina nas bombas.

A Petrobras vai divulgar diariamente o preço do litro da gasolina e do diesel vendidos pela companhia nas refinarias. Atualmente, a companhia divulga apenas a variação percentual do preço de um dia para o outro. A mudança começa após o Carnaval.

“O que nós pretendemos é ser mais transparentes e dizer o preço não do percentual do barril, mas do litro na porta da refinaria”, afirmou Pedro Parente, presidente da Petrobras, nesta quarta-feira (7) durante encontro com jornalistas no Centro do Rio.

Segundo o executivo, será informado o valor médio diário dos combustíveis. “Entendo que isso [a nova estratégia] será implementado na semana seguinte ao Carnaval”, destacou o presidente da companhia.

Desde que alterou sua política de preços, em julho do ano passado, a Petrobras passou a promover reajustes quase diários dos combustíveis. Desde então, o consumidor tem se deparado com aumento crescente nas bombas dos postos de combustíveis.

A estatal refuta que seja responsável pela alta de preços ao consumidor e diz que o valor cobrado pela empresa corresponde a cerca de um terço dos preços praticados nas bombas. A maior parte do valor cobrado pelo consumidor final engloga principalmente tributos, estaduais e municipais, além da margem de lucro para distribuidoras e revendedores.

“A Petrobras não tem condição de definir os preços. Hoje, todos nós estamos assistindo a um movimento de alta no mercado internacional”, destacou Pedro Parente em referência ao valor do petróleo no mercado externo.

Valor médio por litro da gasolina passa de R$ 4,198 para R$ 4,221

Fonte: G1/Sindigas

Ímã de Geladeira – Notícias – Se a inflação caiu, por que o gás de cozinha e a gasolina subiram tanto?

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Se a inflação caiu, por que o gás de cozinha e a gasolina subiram tanto?

 

Fonte: El País/Sindigas

Pesquisar preços antes de fazer qualquer tipo de compra

é rotina há tempos na vida da dona casa Maria Abreu, de 69 anos, que ganha um salário mínimo (954 reais) de aposentadoria. Nos últimos meses, no entanto, um item tem frustrado sua buscas por ofertas baratas: o gás de cozinha. “Em outubro eu ainda conseguia achar um botijão de gás por 53 reais, mas esta semana já tive que pagar mais de 70 reais e em um dos lugares mais baratos da região. Tem gente pagando até 100 reais no botijão”, conta Maria que mora com a família no distrito de Pirituba, na zona Noroeste de São Paulo. Geralmente, a aposentada compra dois botijões de 13kg por mês já que, além de preparar as refeições em casa para mais quatro pessoas, ela precisa cozinhar o milho que usa nas pamonhas que vende para ganhar um dinheiro extra. “A verdade é que ficou bem pesado, mas não posso ficar sem”, conta Maria que atualmente tem 14,5% do seu orçamento comprometido para pagar apenas o gás de cozinha.

O preço do botijão de gás é um dos custos domésticos que mais aumentaram no último ano. De junho a dezembro, a alta do preço foi de quase 20% para o consumidor final, segundo estimativa do sindicato dos revendedores.  O número é quase oito vezes maior que a inflação no período, de 2,5%, medida pelo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). E não foram poucas as pessoas que sentiram, assim como Maria, a alta pesar no bolso. Hoje o gás liquefeito de petróleo (GLP, popularmente conhecido como gás de cozinha) é o combustível mais utilizado nas casas brasileiras – mensalmente são comercializados 35 milhões de botijões no país. Em dezembro, uma pesquisa Datafolha, mostrou que dois terços da população do Brasil consideravam que a alta do gás compromete muito o orçamento familiar.

A disparada no preço do gás, na contramão da queda da inflação, pode ser explicada pela nova fórmula utilizada pela Petrobras (única fornecedora do produto) para definir o valor do GLP na refinaria. Desde o segundo semestre do ano passado, ela passou a aplicar correções mensais no produto acompanhando o mercado internacional. A escalada da cotação do produto, que subiu quase 70% nas refinarias, fez a Petrobras revisar sua política no início deste ano. Ela continua tendo como referência o mercado internacional, mas os ajustes de preços passam a ser trimestrais em vez de mensais, com vigência no dia 5 do início de cada trimestre. Segundo a petroleira, o gás ficou 5% mais barato a partir de janeiro, mas ressaltou que a redução para o consumidor depende das distribuidoras e dos revendedores. O que não foi confirmado no mês passado. Segundo a Agência Nacional de Petróleo (ANP), o preço médio do botijão no Brasil saltou de 66,53 reais em dezembro para 67,31 reais em janeiro.

Assim como o gás, a gasolina foi outro combustível que disparou com o aumento do brent, já que a Petrobras também aplica nela uma política de paridade internacional desde julho. Com a nova metodologia, o preço da gasolina comercializado nas refinarias acumula alta de 21,66% desde então. O preço médio do litro para o consumidor brasileiro é de 4,22 reais atualmente, mas não são poucos os postos que já vendem a gasolina acima dos cinco reais.

Na avaliação do economista Heron do Carmo, ainda que a inflação esteja em trajetória de queda, e em janeiro tenha subido apenas 0,29%, o menor índice para os meses de janeiro desde a criação do Plano Real, o aumento desses dois itens importantes de consumo, que pesam para a classe baixa e média, dão a sensação que os preços não param de subir e que não há alívio no ritmo desse aumento. “É natural que as pessoas prestem atenção para o que está subindo. Mas tem muitas coisas caindo, como o aluguel e os alimentos. A percepção das pessoas é bastante seletiva”, explica.

O economista ressalta também que a forte recessão que o país atravessou nos últimos anos reduziu de forma significativa a renda da população brasileira, cerca de 10%, o que dificulta a percepção da queda da inflação. No acumulado dos últimos doze meses, o IPCA desceu para 2,86%, ficando abaixo dos 2,95% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores, segundo dados publicados nesta quinta-feira pelo IBGE. A inflação paras as famílias mais pobres foi ainda menor e recuou para o menor nível da historia. O indicador  que mede a variação de preços para esse grupo ficou em 2,07%. “A queda no ritmo do aumento dos preços, no entanto, foi acompanhada por uma crise, que tirou a renda da população. Por isso o efeito do recuo da inflação não é fácil de ser sentido. Não conseguimos isolar uma coisa da outra, sentimos o conjunto da ópera”, explica do Carmo.

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Logística e impostos também encarecem produto

Ainda que o valor da refinaria dite grande parte da alta do gás, o preço do botijão é formado por outros componentes que também são responsáveis pelas variações do valor do produto. Além do preço do produtor, é preciso levar em conta os impostos (ICMS/CIDE/PIS/Confins) e a margem das distribuidoras e revendedoras. “O custo da logística tem um peso importante na formação do preço, uma vez que se trata de um produto entregue porta a porta”, explica Sérgio Bandeira de Mello, presidente do Sindigás.
O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) é o que tem maior peso na venda do gás. “Como alguns estados tem um ICMS mais caro é comum que haja uma variação também entre as regiões do país. A questão é quem mais sofre com essas variações, são os mais pobres que têm seu orçamento bastante comprometido”, diz Fábio Gallo, professor de Finanças da FGV. Na última semana, o preço máximo do botijão de gás encontrado no país foi em Mato Grosso, onde o produto foi vendido a 120 reais. Já o mínimo foi registro na Bahia, com um valor de 45 reais. Ainda segundo Gallo, os preços mais baixos geralmente estão em regiões mais populosas onde há mais revendedores e, logo, mais concorrência.
“Apesar de estarmos atravessando um momento de aumento do preço do petróleo e derivados, a política da Petrobras hoje é mais saudável do ponto de vista empresarial, já que durante o Governo de Dilma Rousseff os preços ficara abaixo do mercado internacional, gerando um prejuízo grande a estatal, mas sobra para o consumidor”, explica. No mandato da presidenta petista, os preços administrados – combustíveis e energia elétrica, principalmente – foram controlados artificialmente para segurar a inflação. A medida foi duramente criticada e acabou gerando depois um tarifaço, levando a inflação brasilira a dois dígitos em um grave momento de crise econômica.
Ainda segundo Gallo, como o preço do petróleo e seus derivados varia de acordo com a cotação de outros mercados, algumas vezes o produto vai subir bem acima da inflação e, às vezes, abaixo. No último ano, a turbulência no Oriente Médio acelerou a escalada do preço de petróleo, o que gerou tamanho aumento nos preços da gasolina e do gás.

Fonte: El País/Sindigas

Ímã de Geladeira – Notícias Conceito: o que é marketing?

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Conceito: o que é marketing?

O primeiro passo para começarmos a compreender o que significa este termo devemos definir o conceito de Marketing:

Marketing é uma palavra proveniente da língua inglesa, apesar de estar intrínseca à cultura mundial. Em inglês, market significa mercado e Marketing pode ser traduzido como mercadologia, um estudo das causas, objetivos e resultados que são gerados através das diferentes formas como nós lidamos com o mercado. Compra, venda e trocas de serviços, produtos ou ideias.

Marketing é a ciência e a arte de explorar, criar e entregar valor para satisfazer as necessidades de um mercado-alvo com lucro. Marketing identifica necessidades e desejos não realizados. Ele define, mede e quantifica o tamanho do mercado identificado e o potencial de lucro. Ele aponta quais os segmentos que a empresa é capaz de servir melhor e que projeta e promove os produtos e serviços adequados.Philip Kotler – Marketing Management

Segundo o , a definição do termo é a seguinte: “O Marketing é uma atividade, conjunto de instituições e processos para criar, comunicar, entregar e trocar ofertas que tenham valor para os consumidores, clientes, parceiros e sociedade em geral.”

ímã de geladeira Aumento de vendas de até 100%.

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Ímã de Geladeira e Gráfica – Movimente seu negócio com ímãs de geladeira

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Quantas vezes seus parentes e amigos não foram até a geladeira pegar o número daquele restaurante que adoraram a comida e quiseram chamar para vocês jantarem? Ou mesmo você:

quantos ímãs de geladeira já levou para casa e depois foram sua salvação na hora da fome?

Distribuir ímãs de geladeira é uma estratégia ótima, que sempre funciona para o trabalho de comunicação e divulgação de negócios, principalmente da área de alimentação. Você entrega, por exemplo, um panfleto com o ímã: o panfleto irá fora, mas o imã a pessoa com toda certeza levará para ter sempre à mão em casa. Na hora da fome, são valiosos!

Existem Ímãs de Geladeira de diversos formatos e funcionalidades, mas esses são os de sucesso certeiro para Restaurantes, Bares, Lancherias, Drogarias, Farmácias, Revendas de Gás e outros tipos de estabelecimentos que trabalham com alimentação.

Ímã de Geladeira Delivery

 

É aquele modelo mais simples e já bastante conhecido, que tem como função deixar o número do seu estabelecimento à mão do cliente. Os ímãs de geladeira delivery são perfeitos para negócios locais, principalmente os que entregam pedidos.

Distribua os ímãs de Geladeira estrategicamente

A grande dica é ter esses ímãs e deixá-los sempre à mão do cliente. No balcão de pagamento, por exemplo, depois da consumação, é um ótimo momento. Você mesmo já  deve ter passado por isso várias vezes.

Outra possibilidade é em um trabalho de divulgação mais forte, como distribuição de panfletos e materiais similares nos correios de casa e pontos estratégicos da cidade (em parques perto do seu estabelecimento, por exemplo). Agregue ao material seu ímã de geladeira!

Instruir sua equipe de entrega de pedidos a distribuir os ímãs de Geladeira para os clientes também é uma boa ideia, ainda mais se você não faz ações como a comentada acima e preferir uma divulgação mais discreta.

 Alinhe suas ações e estratégias

Claro que os ímãs de geladeira precisam estar alinhados com suas ações, em geral (como você percebeu nas dicas de distribuição). Você precisa ter um bom atendimento via telefone, garantir a qualidade dos seus alimentos, pensar em ações promocionais, realizar entregas dentro do tempo prometido e com opções de pagamento práticas. Isso tudo, aliado à divulgação do seu estabelecimento com os ímãs de geladeira, são passos certeiros e necessários para o sucesso do seu estabelecimento!